quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

SINDACS-AL conquista avanços importantes para Agentes de Murici

Agentes conquistam reivindicações em Muricí
Á esquerda Manoel Felix a direita Dr. Medeiros


      O SINDACS-AL, através do seu coordenador regional e diretor administrativo, Manoel Felix, esteve reunido com o Secretário Municipal de Saúde de Murici, Dr. Medeiros. O objetivo da reunião foi discutir a pauta de reivindicações da categoria. O secretário se comprometeu a reajustar o salário e pagar os terços de férias vencidos. Tudo fruto de união e organização dos agentes que junto com o SINDACS-AL conseguiu avançar nas conquistas.

Postado por Fernando Cândido
Fonte: Manoel Felix


Prefeito assina as portaria da eftivação dos Agentes de Maceió

As portarias serão publicadas no Diário oficial do Município, amanhã.

Prefeito ao lado do presidente da Câmara Municipal de Maceió, Vereador Galba Novaes

Prefeito assina as portarias na presença dos diretores do SINDACS-AL e do Presidente da CUT-AL e outras lideranças

Foto histórica: da esquerda para direita: secretário de Governo, Pedro Alves; secretário de Saúde, Dr. Adeilson; Nelson Araújo e Fernando Cândido do SINDACS-AL, Vereador e Presidente da Câmara, Galba Novaes; Prefeito de Maceió, Cícero Almeida; Léo do SINDACS-AL, Maurício do SINDAS; Izac, Presidente da CUT-AL. 
    Hoje, dia 04 de janeiro de 2012, numa cerimonia histórica, o SINDACS-AL  participou da reunião em que o Prefeito de Maceió, Cícero Almeida assinou as portarias de convocação dos Agentes que já foram certificados. a PORTARIA será publicada amanhã e convoca os Agentes a comparecerem ao município munidos dos documento necessários para serem incorporados aos quadros efetivos do município de Maceió. O momento histórico foi regado de muita emoção, pois esta luta começou em 2007, quando o SINDACS-AL deflagrou uma campanha pela efetivação de todos os Agentes no estado, afirma Fernando Cãndido, Presidente do SINDACS-AL. Estavam presentes, os diretores do SINDACS-AL Welington Soares e Nelson Cordeiro, além do Presidente da CUT-AL, Izac Jacson. Foi definido ainda que a comissão de certificação será reinstalada o mais breve possível, para analizar a documentação dos Agentes que ainda não foram certificados. O vereador Galba Novaes e o Presidente da CUT, Izac Jacson, partes integrantes desta luta, foram lembrados, pois foi muito importante o apoio destes companheiros, nesta grande consquista. De imediato seram convocados 396 agentes de endemias e 49 agentes comunitários, totalizando 435 companheiros que seram efetivados com base na Emenda Constitucional 51 e na lei federal 11.350.
Estes trabalhadores são muito importantes para o melhoramento dos indicadores sociais em nosso município, efetivá-los é reconhecer esta importâcia, diz Izac jacson, Presidente da CUT-AL. 
 
Postado por Fernando Cândido

Presidente do SINDACS-AL visita reunião dos supervisores

Reunião com os  Supervisores dos Agentes de Combate as Endemias de Maceió



     O Presidente do SINDACS-AL, Fernando Cândido, juntamente com  o diretor Nelson Cordeiro, esteveram presentes na reunião dos supervisores dos Agentes de Combate as Endemias de Maceió, no dia 03 de janeiro de 2012, na Secretaria de Iluminação de Maceió, em Bebedouro. A reunião teve o objetivo de levar informações a cerca das ações do SINDACS-AL para que os supervisores possa socializá-las para toda a categoria. Na oportunidade foi entregue os informativos da entidade, contendo informações da fundação da FENASCE - federação Nacional dos ACS e ACE, da qual o Fernando Cândido é presidente. Foi informado ainda que a publicação no diário das portarias dos agentes que já foram certificados pode ocorrer a qualquer momento e que a comissão de certificação será reinstalada em breve, pois foi o que disse o procurador geral do município, Dr. Carlos em reunião com os diretores do SINDACS-AL. Foi informado também que foi bloqueado 420.000,00 da ação da nova sociedade, e que o sindicato vai solicitar o desbloqueio, no entanto a justiça de em greve e de recesso, portanto precisamos aguardar mais um pouco.

Postado por Fernando Cândido
Postado por Fernando Cândido

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Sesau registra queda de 80% no número de casos de dengue em 2011

Foram 10.647 notificações no ano passado contra 54.200 em 2010

 
Foto: Assessoria
Sandra Canuto destaca ações educativas de combate à dengue
Sandra Canuto destaca ações educativas de combate à dengue
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Alagoas fecha 2011 com redução de 80% nos casos de dengue em comparação com 2010. Segundo o último Boletim Epidemiológico divulgado pelo órgão, em 2010 foram notificados 54.200 casos, contra 10.647 em 2011.
Para se ter ideia da redução, na penúltima semana de dezembro de 2011 foram contabilizados 80 casos e, na semana subsequente, as notificações caíram para 41, o que representam uma queda de quase 50%. Realidade que se repetiu ao longo do ano, segundo destaca a superintendente de Vigilância em Saúde, Sandra Canuto.
Mas, mesmo diante desta redução expressiva dos casos de Dengue e que, segundo a superintendente de Vigilância em Saúde, comprova a importância das ações realizadas pela Sesau, os alagoanos necessitam permanecer vigilantes. Realidade que se deve ao fato de, mesmo diante da grande redução de casos, foram confirmadas dez mortes por dengue.
“Temos que continuar com nossas ações integradas em 2012, assim como ocorreu em 2011. Mas é importante que cada alagoano faça a sua parte, prevenindo a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, que causa a doença. Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução e, por isso, se faz necessário não deixar a água limpa parada em qualquer tipo de recipiente, limpar os quintais e não cultivar plantas aquáticas”, ressaltou Sandra Canuto.
Ela assegurou em 2012 os técnicos da Diretoria de Vigilância Epidemiológica irão continuar intensificando as ações de prevenção junto aos municípios. “Estamos com nossos supervisores realizando ações de campo, percorrendo as 13 microrregiões de saúde, já que estamos em um período propício para a proliferação do mosquito Aedes aegypti”, salientou.
Sintomas e tratamento - Quanto aos sintomas da doença, Sandra Canuto ressaltou que eles podem ocorrer com maior ou menor intensidade, mas, em regra geral, são febre aguda com duração de até sete dias, acompanhada de dor na cabeça, atrás dos olhos, nos músculos, nas juntas, prostração e vermelhidão no corpo. “Se a pessoa apresentar esses sintomas deve procurar a consulta médica e não ingerir, indiscriminadamente, remédios à base de ácido acetil salicílico”, alertou.
Ainda de acordo com a superintendente, a redução do número de casos notificados de Dengue comprova a importância do trabalho dos supervisores de área da Sesau, pois não existem vacinas ou medicamentos que evitem a contaminação. “Por isso, o trabalho destes profissionais é importantíssimo no combate ao Aedes Aegypti, já que apenas um mosquito pode infectar em média 300 pessoas”, reiterou.
Sandra Canuto informou que, graças ao trabalho integrado, Alagoas não possui nenhum município em epidemia. “Ao longo de 2011 registramos 18 em situação epidêmica, mas a situação se normalizou, o que não quer dizer que o trabalho de prevenção deve ser reduzido, pois se houver uma taxa de incidência igual ou superior a 300 por 100 mil habitantes, o município passar a viver uma epidemia”, informou.
Ela chamou a atenção, no entanto, para que os gestores municipais priorizem ações de combate à dengue. “É fundamental que os prefeitos e secretários municipais estejam sempre em alerta e viabilizem ações sócio-educativas, porque a proliferação do mosquito transmissor da doença tem relação direta com a limpeza de terrenos baldios, logradouros públicos e residências”, sentenciou.

Postado por Fernando Cândido
Fonte: tribuna hoje

Rodoviários de Maceió ameaçam paralisação geral na próxima semana

20:10 - 02/01/2012
 
 
Os rodoviários de Maceió ameaçam cruzar os braços nos dias 7 e 8 deste mês, para cobrar da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) de Maceió a construção de terminais rodoviários em Maceió. Isso porque, segundo alegam, a categoria trabalha em péssimas condições, em pontos de transbordo onde não há nenhuma estrutura, a exemplo de banheiro.
Caso a paralisação se confirme, mais de 350 mil pessoas devem ser prejudicadas, já que segundo o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Alagoas (Sinttro/AL), Ronaldo Leopoldino, o movimento paredista deve contar com 100% da categoria. “Nós apelamos para que terminais dignos sejam construídos em vários bairros de Maceió, porque a condição dos trabalhadores é lamentável. Muitos deles fazem um percurso de duas horas e quando retornam para o ponto final, não dispõem sequer de um banheiro para fazer suas necessidades”, relatou o sindicalista.
De acordo com ele, os terminais precisam ser construídos em 16 bairros de Maceió. “Eles deve ser erguidos no Cleto Marques Luz, Ouro Preto, José Tenório, Novo Mundo, São Jorge, Feitosa, Mirante da Sereia, Clima Bom, Rosane Collor, Boa Vista, Forene, Village Campestre e Ipioca”, enumerou Ronaldo Leopoldino.
Em junho do ano passado, como revelou em primeira mão o Tudo na Hora, o Ministério Público do Trabalho (MPT) acionou a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) de Maceió para que fossem disponibilizadas instalações sanitárias aos trabalhadores do transporte público. Segundo a procuradora do Trabalho Roberta Rocha, a falta de banheiros nos terminais "vai de encontro à Norma Regulamentar 24.1.1 da legislação trabalhista, que se refere à obrigatoriedade de serem disponibilizadas instalações sanitárias para os trabalhadores".
O que diz a SMTT
À época, o superintendente da SMTT de Maceió, José Pinto de Luna, admitiu que a situação dos terminais rodoviários “é dramática”. Mas assegurou que providências para mudar esta realidade estão sendo adotadas. Ele disse que "a SMTT tem interesse em melhorar o aspecto dos terminais existentes e construir outros que são necessários"

Postado por Fernando Cândido
Fonte: tudo na hora

domingo, 1 de janeiro de 2012

Os médicos pedem salário de R$ 18.376,44,

PSF completa três meses de greve

Os médicos do Programa Saúde da Família (PSF) completam três meses de greve no próximo dia 3 de janeiro, com poucos avanços nas negociações nas maiores prefeituras. No último dia 27 de dezembro, mais um prefeito disse não aos médicos: o de Palmeira dos Índios, James Ribeiro (PSDB).
Ele disse, segundo nota do Sindicato dos Médicos, "não ter recursos para atender à reivindicação de reajuste salarial". "Queria um voto de confiança, afirmando que voltaria a negociar com a categoria em março de 2012. E prometeu não pedir a decretação da ilegalidade da greve", disse o sindicato- reproduzindo o que disse o prefeito.
"Os médicos não concordaram, decidiram manter a greve por tempo indeterminado e vão insistir na reivindicação salarial. Por enquanto, decidiram não pedir demissão coletiva – o que pode acontecer, se o prefeito mudar de ideia em relação ao pedido de ilegalidade do movimento. A categoria espera que o prefeito retome a negociação nos próximos dias, e não em março como ele propôs", disse o sindicato, em nota, com a resposta.
Os médicos pedem salário de R$ 18.376,44, que é o piso salarial nacional da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) para carga horária semanal de 40 horas. A categoria também quer um Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos exclusivo para os médicos em cada município, a exemplo do PCCV de Maceió.
Postado por Fernando Cândido
Fonte: Repórter Alagoas

Vereador de Maceió terá reajuste salarial

Câmara de Vereadores de Maceió é manchete na Folha de São Paulo

Câmara de Vereadores de Maceió é manchete na Folha de São Paulo
Internet
O jornal Folha de São Paulo, lido por milhões de pessoas, traz matéria sobre o aumento salarial dos vereadores em pelo menos seis capitais, entre elas, Maceió.
A reportagem também foi publicada na internet pelo portal de notícias UOL, dando ênfase que o reajuste chega a ser de 62% em alguns casos.
Em Maceió o salário passará de nove para catorze mil, vigorando a partir da próxima legislatura, janeiro de 2013.
Segundo a Folha, o aumento foi votado antecipadamente em 2011 para não haver desgastes em ano eleitoral – como se a maioria do eleitor ligasse para isso.
As demais capitais que votaram o reajuste salarial dos vereadores a partir de janeiro de 2013 foram: Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba, Florianópolis.
No Rio de Janeiro o aumento de 62% foi aplicado já neste ano, o mesmo acontecendo com São Paulo, Goiânia e Porto Alegre em percentuais menores.
Em São Paulo não se perde tempo: aumento neste ano e outro já votado para 2013...

Postado por Fernando Cândido
Fonte: blog do Pinto de Luna

Principais problemas do país

Violência, saúde e corrupção são os principais problema do país na avaliação da população

19:06 - 01/01/2012
 
A violência, as falhas no sistema de saúde e a corrupção, na opinião dos brasileiros, são os três maiores problemas do país atualmente, segundo revelou uma pesquisa divulgada no fim de dezembro pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Cerca de 3,7 mil pessoas foram entrevistadas. A segurança foi apontada por 23% das pessoas ouvidas como o maior problema. Depois veio a saúde, com 22,3%, e a corrupção, 13,7%. Na lista aparecem ainda o desemprego (12,4%), a educação (8%), a pobreza (6,1%) e as desigualdades (5,8%).
O professor Gustavo Venturi, do departamento de sociologia da Universidade de São Paulo (USP), chama atenção para o fato da lista das prioridades nacionais se reciclar periodicamente. “Se nós voltarmos às eleições de 2002, por exemplo, o desemprego era o tema principal das campanhas presidenciais e disputava com a segurança. Hoje, há uma mudança em função do aquecimento da economia e da formalização do emprego que coloca o problema mais para trás na fila”, disse.
Mas a percepção da população sobre quais são os problemas mais graves do país variam muito de acordo com a idade, renda e região. Os sulistas são os mais preocupados com a corrupção. No Norte e no Nordeste, a violência é apontada como o problema mais grave. No Sudeste e no Centro-Oeste, a saúde aparece no topo da lista dos maiores problemas. Também há diferenças na opinião de ricos e pobres sobre quais são as questões mais urgentes. Nas famílias com renda per capita mensal até um quarto de um salário mínimo, 23,7% avaliam que o acesso à saúde é o problema mais grave, seguido pela violência (22,6%) e o desemprego (18,4%)

Postado por Fernando Cândido
Fonte: tudonahora.com.br

Cientista político avalia que primeiro ano do governo Dilma foi bom

20:03 - 31/12/2011
 
Presidenta Dilma termina primeiro ano de mandato mais bem avaliada que Lula
 
Os escândalos ministeriais que permearam o primeiro ano do governo da presidenta Dilma Rousseff não foram suficientes pra prejudicar a atuação dela como um todo. Essa é a avaliação do cientista político da Universidade de Brasília (UnB), Otaciano Nogueira. Para ele, a presidenta teve um bom começo nesses primeiros 12 meses de gestão.
“Ela está inegavelmente fazendo um bom governo”, avalia Nogueira. “Tivemos um surto de inflação, mas isso está controlado. Ela conseguiu também fazer maioria no Congresso [Nacional]. Isso é importante para governar”, completa o cientista político.
Apesar disso, Nogueira reconhece que os escândalos de corrupção e tráfico de influência envolvendo boa parte do ministério da presidenta foram o ponto fraco do primeiro ano de mandato. “O grande erro foi conservar um ministério que não era dela. Eu chamo de ministério recauchutado, porque ela herdou do Lula.”
Na opinião de Nogueira, Dilma foi “muito leniente” com os ministros demitidos e com os problemas apresentados em seus ministérios.
Além disso, o professor aposentado da Unb acha fraca a atuação do atual governo na política externa. Apesar de momentos marcantes, como o primeiro discurso de Dilma na Assembleia Geral das Nações Unidas, Nogueira considera que está havendo pouca visibilidade do Brasil lá fora. “Ela precisa dar mais atenção à política externa. O Brasil não teve o protagonismo esperado [no último ano]”, diz.
Já o ponto forte, na opinião dele, foram as relações institucionais. Para o professor, a presidenta consolidou uma boa relação com os poderes Legislativo e Judiciário e também com governadores e prefeitos. É a essa boa relação que ele credita os poucos avanços nas reformas política e tributária. Para Nogueira, Dilma não poderia interferir nas negociações para propostas de mudanças que envolvam as outras esferas de poder.
“Quando se fala em reforma política no Brasil, está se falando de reforma eleitoral. A reforma política é muito mais que isso e não depende dela [Dilma], depende do Congresso. A presidenta não pode entrar em conflito com o Congresso porque eles não estão fazendo uma reforma como ela gostaria”, analisa.
O mesmo, na opinião dele, vale para a tão esperada reforma tributária. Nogueira usa como parâmetro as discussões sobre a divisão dos royalties do petróleo que tomaram boa parte deste último ano. Na avaliação dele, o desentendimento demonstrado pelos governadores sobre esse assunto demonstra a dificuldade de conciliar interesses e renúncias para uma reforma tributária.
“Quando se fala em reforma tributária, estamos falando em União, 27 estados e 5.569 municípios. Essa reforma tem que ser aceita por governadores e prefeitos”, diz o cientista político. A falta de entendimento, segundo ele, deve tornar impossível a reforma até o fim do governo de Dilma Rousseff.
Sobre a área social, Nogueira avalia que o Programa Minha Casa, Minha Vida tomou o lugar do Bolsa Família como protagonista na área. Para o professor, os investimentos em habitação foram bem colocados e devem permanecer nos próximos anos. “É o governo que está mais fazendo nessa área de habitação popular, que é um problema social gravíssimo”, observa.
O balanço do professor, ao fim do primeiro ano de governo, é o de que Dilma se mostrou mais “contida” que seu antecessor e avançou em temas polêmicos como o Código Florestal, fortalecendo as instituições. No entanto, para ele, a presidenta precisa ficar atenta à formação ministerial e aos problemas econômicos como inflação e déficit público em alta.

Postado por Fernando Cândido
Fonte: Agência Brasil

Salário mínimo

Novo salário mínimo nacional de R$ 622 entra em vigor hoje

18:02 - 01/01/2012
Entra em vigor a partir de hoje (1º) o reajuste do salário mínimo, que passa de R$ 545 para R$ 622, um aumento de R$ 77. O novo salário mínimo corresponderá a R$ 20,73 por dia e o valor pago pela hora de trabalho será de R$ 2,83. De acordo com cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o aumento de 14,13% vai injetar R$ 47 bilhões na economia brasileira. Descontada a inflação estimada para 2011, o aumento real do salário mínimo deve ser de 9,2%.
Ainda segundo o Dieese, 48 milhões de pessoas têm sua renda vinculada ao valor do salário mínimo e, portanto, serão diretamente beneficiadas com o aumento. O governo também passará a arrecadar R$ 22,9 bilhões a mais devido ao aumento do consumo causado pelo reajuste.
O novo salário mínimo de R$ 622 terá impacto de R$ 23,9 bilhões nas contas públicas em 2012. De acordo com governo, a maior parte desse montante corresponde aos benefícios da Previdência Social no valor de um salário mínimo que serão responsáveis pelo aumento de R$ 15,3 bilhões nas despesas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O método de reajuste do salário mínimo foi definido por meio de medida provisória aprovada pelo Congresso. A lei que fixa a política de reajuste do salário mínimo estabelece que o valor será reajustado, até 2015, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.
Também começa a valer hoje o reajuste de 14,12% no valor do benefício do seguro-desemprego. Com isso, o valor máximo pago ao trabalhador passa de R$ 1.010,34 para R$ 1.163,76. O percentual de reajuste está em resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador publicada no dia (30) no Diário Oficial da União.
Tem direito ao seguro-desemprego o trabalhador dispensado sem justa causa, que tenha recebido salários consecutivos no período de seis meses anteriores à data de demissão e tenha sido empregado de pessoa jurídica por pelo menos seis meses nos últimos 36 meses. O trabalhador tem do sétimo dia ao 120º dia após a data da demissão do emprego para requerer o benefício.
Postado por Fernando Cândido
Fonte: Agência Brasil