sábado, 24 de dezembro de 2011

Prefeitos aumentam seu patrimônio

PF e MPF fazem operação em Traipu

Bens do prefeito Marcos Santos foram apreendidos, segundo a PF
Janaina Ribeiro e Regina Carvalho
Como desdobramento da Operação Tabanga, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) cumpriram mandados de busca e apreensão expedidos pela 8ª Vara Criminal da Justiça Federal de Alagoas. As medidas judiciais aconteceram na cidade de Traipu, Sertão do Estado. Seis veículos e uma embarcação foram recolhidos. A operação, que desta vez não recebeu nenhum nome específico, começou a ser executada por volta das 06h da manhã. Três equipes da PF se dividiram para cumprir os mandados. No povoado Capivara foram apreendidos três caminhões, dois F-4000 da Ford e outro Mercedes Benz. No momento da abordagem policial, os veículos estavam transportando trabalhadores nas carrocerias. Numa outra área rural, dentro de uma residência, a Polícia Federal recolheu uma caminhonete S-10, que está em nome de Marcos Douglas dos Santos, filho do prefeito de Traipu. Já num depósito na mesma localidade, foi apreendida uma lancha que está em nome de Marcos Santos. De acordo com o delegado de combate ao crime organizado da PF, Daniel Granjeiro, a maior parte dos veículos está em nome de ‘laranjas’ e as investigações da polícia e do Ministério Público Federal apontam que os referidos bens foram adquiridos de forma ilícita, por meio de desvio de recursos da Prefeitura Municipal de Traipu. “As investigações mostraram que houve crime de lavagem de dinheiro”, informou a autoridade policial. Segundo Granjeiro, não houve resistência aos cumprimentos dos mandados de busca e apreensão e, na hora da execução de cada um, nem o prefeito Marcos Santos e nem outras pessoas de sua família foram localizadas. A operação Tabanga A PF investiga o envolvimento do prefeito Marcos Santos no desvio de verba pública. Em setembro, ele a esposa Juliana Kummer tiveram a prisão decretada por envolvimento no esquema, todavia, eles fugiram de barco pelo Rio São Francisco e só reapareceram depois que tiveram a prisão relaxada pelo TRF da 5ª Região. Eles já foram indiciados. A Operação Tabanga foi desencadeada no dia 20 de setembro pela Polícia Federal para apurar crimes cometidos por uma suposta quadrilha, que seria liderada pelo prefeito Marcos Santos. Tal organização teria lesado os cofres públicos em cerca de R$ 8 milhões. Dentre as irregularidades cometidas, estariam o uso de notas fiscais falsas e fraudes em licitações.
Na hora de negociar a pauta de reivindicações dos trabalhadores é um chororô só, argumentam que a receita do município é pequena e o patrimônio deles crescendo assustadoramente (comentário nosso).
Postado por Fernando Cândido
Fonte: gazetaweb

Mínimo para 2012

Governo federal fixa salário mínimo em R$ 622 para 2012
Ministério do Planejamento enviou ao Congresso proposta de R$ 622,73. Expectativa era Dilma arredondar para R$ 625, mas ela reduziu o valor

A presidente Dilma Rousseff assinou decreto nesta sexta-feira (23) que fixa em R$ 622 o valor do salário mínimo a partir de 1º de janeiro de 2012, segundo informações da Secretaria de Comunicação da Presidência da República. A Casa Civil confirmou o novo valor, mas disse não saber se o texto já foi assinado por Dilma.

Atualmente, o mínimo é de R$ 545. O novo valor passa a ser pago a partir de fevereiro referente ao mês de janeiro.

Em novembro, o Ministério do Planejamento enviou ao Congresso Nacional proposta que corrigia o valor do salário mínimo de R$ 545 para R$ 622,73. O valor foi aprovado pelo Congresso Nacional nesta quinta dentro do Orçamento da União de 2012.

A expectativa era de que Dilma arredondasse o valor do salário mínimo para R$ 625, no entanto ela reduziu o valor para R$ 622. No ano passado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva arredondou o valor para cima.

Em fevereiro, o Congresso aprovou a política de valorização do mínimo para os próximos quatro anos. Segundo a regra, os reajustes serão calculados a partir do resultado da inflação do ano mais o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores. O texto estabelece ainda que o valor exato será fixado por decreto pela presidente.

A possibilidade de fixar o salário por decreto chegou a ser questionada pela oposição no Supremo Tribunal Federal, mas a Corte manteve a lei.

O Ministério da Fazenda informou que não comentará o arredondamento para baixo. O G1 busca contato com o Ministério do Planejamento desde 15h, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

De acordo com números do governo federal, que estão na Lei de Diretrizes Orçamentárias sancionada recentemente pela presidente Dilma Rousseff, o aumento de R$ 1 no salário mínimo equivale a uma elevação de gastos de cerca de R$ 300 milhões.

Deste modo, um aumento de R$ 77 representa uma despesa extra de cerca de R$ 23 bilhões para o governo.

Pelo formato de correção acordado entre o governo federal e sindicatos, o salário mínimo deverá superar a barreira dos R$ 800 em 2015.

Postado por Fernando Cândido
Fonte: Gazetaweb

CUT 2012: conversaremos com os trabalhadores para acabar com o imposto sindical, diz presidente da Central

21/12/2011

Campanha para substituir imposto por contribuição definida em assembelia incluirá plebiscito e abaixo-assinado

Escrito por: Luiz Carvalho


No próxmo ano, a Central Única dos Trabalhadores vai com tudo para acabar com uma herança do sindicalismo pelego, atrelado ao Estado: o imposto sindical. Criado durante o governo de Getúlio Vargas, a cobrança compulsória faz com que a criação de sindicatos sem qualquer combatividade seja um grande negócio no Brasil, já que o dinheiro vem sem a necessidade de promover qualquer luta pelos trabalhadores.

Em entrevista ao Portal da CUT, o presidente Artur Henrique destaca que a Central promoverá plebiscitos nos locais de trabalho para verificar se a manutenção da estrutura sindical é o desejo dos trabalhadores ou se preferem uma contribuição negocial definida democraticamente pelos próprios trabalhadores em assembleias das categorias. Ele faz ainda um balanço deste ano e comenta que a pressão sobre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para aprovar a pauta dos trabalhadores será intensificada em 2012.

Esse ano de 2011 foi positivo para a CUT?
Artur Henrique – Acredito que sim. Desde o início do ano, com a ocupação do Congresso, depois com o Dia Nacional de Mobilização e, posteriormente, voltando a pressionar os deputados e senadores no início do segundo semestre para que aprovassem nossa pauta, realizamos muitas lutas. Ajudamos a construir a Marcha das Margaridas e tivemos vitórias importantes, como as categorias que conquistaram aumento acima da inflação, mesmo diante da pressão sobre nós com aquela ideia de que era preciso controlar a inflação evitando dar aumento de salário. As categorias foram à luta e aproveitaram o bom momento pelo qual estamos passando, apesar da crise internacional. Aprovamos também a política de valorização do salário mínimo, que vai ter agora no início de 2012 aumento real de 7,5% e será um importante instrumento para enfrentar a crise por meio do fortalecimento do mercado interno.

O Congresso jogou contra os trabalhadores?
Artur – A pauta dos interesses imediatos dos trabalhadores, como a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, o fim do Fator Previdenciário, a regulamentação da Convenção 151 da OIT (negociação no serviço público), a aprovação da Convenção 158 (para coibir a dispensa imotivada) e a luta contra a terceirização, que precariza as relações de trabalho, sofreram com a posição do Executivo e do Legislativo, que impediram avanços. Chegamos ao final do ano com a 151 parada na Casa Civil, após dois anos de debate e depois de ter sido aprovada no Congresso. Tivemos também que fazer uma grande campanha contra um projeto sobre terceirização que ainda está sendo articulado por alguns deputados ligados a outras centrais sindicais e é extremamente prejudicial aos trabalhadores. Enquanto a 158 sofreu perdas importantes em votações no Congresso. A agenda dos trabalhadores foi colocada em segundo plano. Precisamos de reformas estruturais para aprofundar mudanças.

Quais são essas reformas?
Artur – Estamos falando das reformas política, tributária, sindical e da democratização da comunicação, que não avançaram. Além da reforma agrária, da aprovação da PEC do Trabalho Escravo (que destina à reforma agrária propriedades onde for flagrada situação análoga à escravidão) e da defesa das propostas da CUT na Conferência do Trabalho decente, como a luta contra o trabalho infantil e contra o trabalho escravo. No segundo semestre também atualizaremos nossa plataforma para as eleições, enfocando principalmente propostas para o desenvolvimento regional. Além disso, acabamos de participar do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Fundo Social do Pré-Sal. Serão trilhões de dólares que poderão ser aplicados para combater a desigualdade, para acabar com a miséria, para melhorar os salários e a renda, para fazer o que precisamos fazer.

Em uma audiência recente na Câmara, somente a CUT defendeu o fim do imposto sindical, enquanto as demais se aliaram às entidades patronais. Ainda assim é possível acabar com o imposto?
Artur – O que as demais centrais estão fazendo não cabe na nossa ética sindical. As outras centrais e alguma entidades patronais não querem mudar a estrutura sindical, mas nós queremos e vamos falar diretamente com os trabalhadores. Para isso vamos fazer uma ampla campanha, um plebiscito, abaixo-assinado conversando com as bases. Queremos explicar que desejamos dar liberdade e autonomia para que decidam sobre a forma de sustentação das suas entidades sindicais e não um imposto que vem de cima para baixo. Isso será fundamental para que o movimento sindical brasileiro passe a construir entidades realmente representativas e preparadas para enfrentar os desafios da negociação coletiva e do contrato coletivo nacional por ramo de atividade.

Os empresários voltaram a bater na tecla da redução de impostos, apesar de defenderem o imposto sindical. O que a CUT pensa sobre isso?
Artur – Quando falamos em desoneração temos que voltar à tecla da reforma tributária. O Brasil não tem imposto sobre grandes fortunas, ao contrário de qualquer país desenvolvido. Se você cobrar 1,5% de 300 mil famílias que tem patrimônio acima de R$ 1 milhão você arrecada R$ 44 bilhões, valor suficiente para resolver o problema do financiamento da saúde, só para dar um exemplo. Em 2011, os empresários foram beneficiados com crédito mais barato e desonerações, mas não tivemos a implementação da progressividade dos impostos e a isenção do imposto de renda sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados). Quem mais reclama dos impostos é quem não precisa dos serviços públicos porque tem dinheiro para ir para o setor privado. Precisamos do Estado para garantir acesso universal à saúde de qualidade, educação, segurança.

A questão ambiental estará ainda mais presente no ano que vem com a Rio+20. Como a classe trabalhadora se insere nesse cenário?
Artur – Para discutir desenvolvimento sustentável devemos dar o mesmo peso para quatro pilares: econômico, social, ambiental e político. Isso envolve a agenda do trabalho decente. Há uma diferença absurda entre o que ganham os catadores de material reciclável e o ganho da indústria de alumino por conta do trabalho agregado desses catadores, por exemplo. Quando se fala em emprego verde precisa verificar se há carteira assinada, respeito aos direitos. As pessoas podem ter acesso ao desenvolvimento sem que precisem ter seis geladeiras, 10 carros, quatro apartamentos, como ocorre hoje. Podemos estabelecer uma grande aliança dos movimentos sociais com os governos progressistas para trabalhar propostas de desenvolvimento que considerem a mudança no modo de produção e consumo e levem em conta outros indicadores além do PIB. Temos que ter indicadores de felicidade, de qualidade de vida e não apenas econômico.

Postado por Fernando Cândido
Font: CUT

Votos da Família SINDACS-AL

Postado por Fernando Candido

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

FUNDAÇÃO DA FEDERAÇÃO NACIONAL DOS AGENTES


SINDICATOS DE AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE E DE COMBATE AS ENDEMIAS CRIAM FEDERAÇÃO NACIONAL DA CATEGORIA

Hoje, dia 20 de dezembro de 2011, no auditório do SINDSPREV-PE, em Recife foi fundada a FENASCE - Federação Nacional de Agentes Comunitários de saúde e de combate as Endemias. A FENASCE foi fruto de um intensivo debate que envolveu os Sindicatos dos Agentes dos Estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Roraima e Goiás, e só foi possível em função do apoio decisivo da CNTSS – Confederação Nacional dos Trabalhadores da Seguridade Social e da CUT – Central Única dos Trabalhadores.
“O ACS e o ACE são fundamentais dentro da política de saúde preventiva no Brasil, e mesmo em condições extremamente adversas esses trabalhadores têm melhorado os indicadores sociais no nosso país, no entanto, há necessidade de se estabelecer uma política de valorização destes profissionais, evitando a sobrecarga de trabalho, sonegação de direitos trabalhistas, o assédio moral, etc.

Diante do poder organizativo sindical conferido ao trabalhador dentro do sistema confederativo e tendo em vista o nível de organização já demonstrado pela nossa categoria, os sindicalistas observaram que uma entidade de nível nacional servirá de instrumento para darmos continuidade e fortalecimento a luta por melhores dias para nossa categoria.
 Na assembléia de fundação foi deliberada a filiação da FENASCE a CUT – Central Única dos Trabalhadores, no entanto, dada a importância da unidade de ação da categoria foi decidido que sindicatos filiados a outras centrais sindicais podem se filiar a FENASCE..
A diretoria que terá um mandato de três anos tem a seguinte composição:
Presidente – Fernando Cândido – SINDACS-AL
Vice-Presidente – Audenilson Rangel – SINDACS-BA
Secretário Geral – Jorge Alberto – SINDACS-PE
Secretário de finanças – Cláudio Celestino – SINASCE
Secretário de formação – João Cavalcante - SINDACS-PE
Secretário Jurídico - Flaviney Almeida – SINDACSE-RR
A FENASCE também terá a grande missão de fortalecer os 13 Sindicatos de ACS e ACE filiados a CNTSS e a CUT, os SINDSAÚDE e SINDPREVS que tem  ACS e ACE em suas respectivas bases, filiar os sindicatos que não são base da CNTSS e CUT e incentivar a criação de outros sindicatos.
A assembléia geral de fundação da FENASCE foi presidida pelo Sandro Cezar, Presidente do Sindicato dos Agentes de Combate as Endemias do Rio de Janeiro e só participou os representantes dos sindicatos aptos a criar uma entidade de grau superior, ou seja, sindicato que tem registro sindical. 
Postado por Fernando Cândido

CUT 2012: paridade na Central e ratificação da 189 serão nossas prioridades, diz secretária da Mulher Trabalhadora

19/12/2011

Rosane Silva afirma que movimentos sociais lutarão para que o Brasil seja o primeiro a assinar Convenção sobre trabalho doméstico

Escrito por: Luiz Carvalho


O ano de 2011 foi de agenda cheia para as trabalhadoras cutistas: participação massiva na Marcha das Margaridas, conquista de resolução sobre paridade nos cargos diretivos aprovada na 13ª Plenária da CUT e, para fechar, o tema do mundo do trabalho como destaque na 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres.

Todos esses avanços são resultado de uma mobilização que deve ser ainda mais intensa em 2012, conforme destaca a secretária da Mulher Trabalhadora da Central, Rosane Silva. “Além da discussão sobre a presença de 50% de representantes de cada gênero nas direções de toda a estrutura da Central, incluindo a própria entidade, confederações, federações e sindicatos, que levaremos para o nosso congresso, nosso outro grande desafio é garantir um milhão e 200 mil assinaturas em um abaixo-assinado para o Brasil ratificar a Convenção 189 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), equiparando os direitos das trabalhadoras domésticas com os demais trabalhadores. Queremos entregar esse documento para a presidenta Dilma Rousseff porque é fundamental que sejamos os primeiros a adotar essa norma”, defende.

A dirigente acredita ainda que no próximo ano marcado por eleições municipais os trabalhadores poderão aprofundar a reflexão sobre o modelo de sociedade que desejam. “Não dá para discutir uma outra forma de desenvolvimento se não levarmos em conta o papel da mulher. As eleições permitirão que ataquemos esse ponto a partir da perspectiva local e a CUT deve construir sua plataforma para as eleições considerando a ótica feminista. Além disso, precisamos que mais mulheres ocupem espaços, como candidatas a vereadoras e prefeitas, fazendo com que avancemos na democracia”, acrescenta.

Balanço
Das ações com as quais a secretaria esteve envolvida, Rosane Silva lembra que a Marcha das Margaridas, que contou com a participação de 30 mil cutistas de todo o país, foi essencial como símbolo da organização das trabalhadoras. “Ao lado da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura) e do movimento de mulheres, conseguimos colocar 100 mil militantes para marchar na capital federal e pautamos a sociedade sobre a importância de estarmos pressentes na escolha do modelo de desenvolvimento que o Brasil deve adotar. Porque somos nós a responsáveis pelo cuidado a família, ainda temos negado o direito de decidir sobre nosso corpo, ainda estamos subrepresentadas no Congresso e nos espaços de poder, inclusive nos movimentos sociais. E ainda temos negado o direito à saúde e às políticas públicas”, acredita.

Dentro das instâncias da CUT também houve avanço sobre a questão da paridade entre trabalhadores e trabalhadoras. “Temos uma mulher presidenta, já tivemos avanços em partidos como o PT e também em outros países onde a organização sindical está mais adiantada. Nós completamos mais de 20 anos de políticas de cotas dentro da Central e o momento é de dar um passo maior e colocar em pauta novamente a nossa presença no espaço político. Conseguimos aprovar uma resolução de forma quase unânime sobre abrir o debate a respeito da paridade e nossa missão agora é avançar em 2012 para aprovar essa questão no 13º Congresso da CUT.”

Por fim, Rosane destaca o papel de todas as cutistas para que a Conferência Nacional de Políticas das Mulheres tivesse como um dos eixos centrais o mundo do trabalho. “Não apenas na discussão nacional, mas também nas estaduais e municipais conseguimos mobilizar nossas bases ao lado da Marcha Mundial de Mulheres da qual fazemos parte e aprovamos nossas prioridades como a ampliação do acesso às creches, políticas públicas que promovam a igualdade salarial e a valorização do trabalho doméstico. Demonstramos que o feminismo e o sindicalismo podem andar juntos para construir uma luta coletiva e unitária.”

Postado por Fernando Cândido
Fonte: CUT

JOVENS NOS SINDICATOS

CUT 2012: desafio é convencer os/as dirigentes que o tema juventude é estratégico para o movimento sindical

20/12/2011

Central consolida-se como referência para os movimentos juvenis, mas ainda enfrenta resistência interna

Escrito por: William Pedreira

No ano de 2011 a juventude da CUT obteve grandes conquistas, com participações efetivas no II Festival Latino-Americano de Juventude, no Congresso Nacional da UNE, onde pela primeira vez a CUT foi convidada para participar de uma mesa e no Conselho Nacional de Juventude, sendo uma importante articuladora no processo de aprovação do Estatuto da Juventude na Câmara dos Deputados.

Mesmo ocupando espaços importantes e consolidando-se como referência para os outros movimentos juvenis, a secretária de Juventude da CUT, Rosana Sousa, acredita que o principal desafio ainda é convencer os/as dirigentes sindicais que o tema juventude é estratégico para o movimento sindical.

“Se os nossos dirigentes, aqui envolvendo sindicatos, federações e confederações, não enxergarem que essa é uma política que vem crescendo no Brasil e que as nossas organizações necessitam também estar discutindo este tema não adianta mobilizarmos junto a UNE, a Marcha Mundial de Mulheres, com vários outros movimentos juvenis, se aqui dentro da nossa casa não conseguimos avançar“, lamenta Rosana.

“O principal desafio para o próximo período é fazer com que a política da juventude da Central não seja grande apenas fora das nossas instâncias, mas também dentro da CUT. A gente precisa ter uma participação efetiva do jovem no mundo sindical e que os temas da juventude sejam dialogados e construídos cotidianamente na vida dos sindicatos. Estamos fazendo muito bem a política para fora, junto ao governo, através da Secretaria Nacional de Juventude que tem a frente uma companheira cutista que é a Severine Macedo, que é uma trabalhadora rural. Mas não adianta fazer esta política macro e a gente não organizar a nossa casa”, complementa.

Ações para o próximo ano
A primeira grande atividade colocada na agenda da juventude da CUT será a organização da intervenção na Conferência Rio+20 que irá ocorrer no Brasil de 20 a 22 de junho de 2012 . “Vamos organizar nossas ações partindo dos princípios sobre o que a juventude quer discutir nesse tema da preservação do meio ambiente, sustentabilidade, conciliando com o mundo do trabalho. Depois nós teremos outras atividades importantes como os Congressos Estaduais e o Congresso Nacional da CUT”, resume Rosana.

Postado por Fernando Cândido
Fonte: CNTSS
SINDACS-AL consegue implantar a insalubridade de todos os Agentes Comunitários de Saúde de Arapiraca-AL


                         Após muita luta do SINDACS-AL pela implantação da insalubridade para os ACSs de Arapiraca, como: denuncia no ministério publico estadual e federal, solicitamos do Ministério do trabalho e Emprego o apoio nessa luta e o órgão esteve nas unidades de saúde periciando o trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde e elaborou um laudo contemplando a categoria com grau médio 20%, e foi enviado para o ministério publico federal (PRT19), que juntou ao processo do SINDACS: ic 000070.2010.19.001-5. O procurado,r Dr. Alexandre Magno em audiência com sindicato, encaminhou oficio a secretária de administração de Arapiraca dando um prazo de 30 dias para que fosse implantado o adicional de insalubridade para todos os Agentes Comunitários de Saúde de Arapiraca, esse prazo expirou no dia 13.11.2011, e a secretária de Administração implantou no dia 30.10.2011, portanto já é fato constatado pelo sindicato que os ACSs de Arapiraca estão recebendo a insalubridade. Mais uma vitoria do SINDACS-AL em ARAPIRACA. Parabéns a todos os que lutaram por mais essa conquista.
Postado por Fernando Cândido
Fonte: e-mail do vice presidente Jo´sé Anselmo
Reunião em Teotônio Vilela

   
     O SINDACS-AL, através de seu coordenador regional e vice-presidente , esteve reunido com os Agentes do município de Teotônio Vilela no dia 09 de dezembro de 2011, às 9 horas na Câmara de Vereadores de Teotônio Vilela, no momento foi parabenizados os agentes pela eleição no conselho municipal de saúde, em seguida foi discutido a respeito do PASEP da categoria naquele município ,em seguida foi feita uma pauta de reivindicações para apresentar ao Prefeito e ao Deputado João Pereira, por fim foi dado informes nacional sobre a luta pela regulamentação do piso da categoria.

Postado por Fernando Cândido
Fonte: e-mail enviado por José Anselmo

domingo, 18 de dezembro de 2011

Quem será o novo Prefeito de Maceió?

Ibrape/Cadaminuto: Veja o resultado da pesquisa para prefeito de Maceió

por Redação

Ibrape/Cadaminuto: Veja o resultado da pesquisa para prefeito de Maceió

Depois de 14 pesquisas de intenção de votos no interior do Estado ao longo de 2011, a parceria entre o instituto de pesquisa Ibrape e o Portal CadaMinuto, começa a trazer nesta segunda-feira, dia 12 de dezembro, o resultado do levantamento feito em Maceió, que aponta, a pouco mais de dez meses da eleição, quem está a frente da coriida por uma vaga de prefeito na capital alagoana.
A pesquisa será dividida em quatro partes, sendo que hoje será divulgada o resultado para prefeito, na terça será a vez dos vereadores, na quarta-feira será divulgada quais os problemas apontados pela população de Maceió de acordo com os seus bairros e finalmente na quinta-feira será divulgada a avaliação dos gestores nas três esferas de governo, Federal, Estadual e Municipal.
Para esta pesquisa o Ibrape/Cadaminuto ouviu 3 mil pessoas entre os dias 05 e 07 de dezembro, e fez 10 simulações diferentes em uma pesquisa que tem margem de erro de 3,0% para mais ou menos.
Os candidatos dispostos no questionário, sempre de forma estimulado, foram; Ronaldo Lessa (PDT), Rui Palmeira (PSDB), Jefferson Moraes(DEM), Rosinha da Adefal (PT do B), Galba Novaes (PRB), Givaldo Carimbão (PSB), Paulão (PT), Mozart Amaral (PMDB) e Fleming (PSOL).
Na primeira simulação que envolve todos estes candidatos o resultado foi o seguinte:
Ronaldo Lessa lidera com 25%, Rui Palmeira é o segundo com 16%, Jefferson Moraes vem em seguida com 13%, seguem-se Rosinha da Adefal com 9%, Galba Novaes com 7%, Givaldo Carimbão com 4%, Paulão com 2%, Mozart Amaral com 1% e Fleming com menos de 1%. Indecisos, brancos e nulos com 23%.

Postado por Fernando Cândido.
Fonte: cadaminuto.com.br